Memorial de Aires – Machado de Assis

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Memorial de Aires de Machado de Assis: diário do Conselheiro Aires registra amores tardios, sociedade carioca e reflexões serenas. Último romance do autor em ePub domínio público, português BR. Preparação digital por artesEtalentos.
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Descrição

Memorial de Aires
Autor: Machado de Assis
Período de escrita: 1908 (publicado em livro, último romance do autor)
Edição/Tradução: Português brasileiro (baseado em domínio público)
Preparação digital: artesEtalentos (25/04/2023)

Detalhes do eBook:

  • Idioma: Português (BR)
  • Formato: ePub
  • Tamanho do arquivo: 511 KB (download rápido)
  • Acessibilidade: Leitura de texto habilitada
    • Compatível com leitor de tela
    • Configuração de fonte ajustável
  • Dicas de vocabulário: Não habilitado
  • Licença: Domínio Público – livre para uso pessoal e compartilhamento

Memorial de Aires, publicado em 1908, é o último romance de Machado de Assis e uma de suas obras mais delicadas e introspectivas. Escrito na forma de diário (ou “memorial”) do Conselheiro Aires — diplomata aposentado, viúvo, observador sereno e cético da vida —, o livro cobre entradas esparsas entre 1887 e 1908, com foco principal nos anos 1904–1905. Aires, alter ego maduro e reflexivo do autor, registra com elegância e discrição o cotidiano da sociedade carioca do início do século XX: casamentos, velórios, bailes, fofocas, política e, sobretudo, o romance entre Fidélia (viúva jovem e bela) e Tristão (jovem médico, sobrinho de Aires).

A narrativa é fragmentada, sem trama linear forte: Aires observa mais do que participa, comentando com ironia sutil e melancolia os costumes da elite, a passagem do tempo, a fragilidade das paixões e a inevitabilidade da morte. O casal Fidélia e Tristão representa o amor tardio e sereno, contrastando com as desilusões de romances anteriores machadianos. Há também o episódio do enterro do Barão de Santa-Pia (pai de Fidélia) e a figura enigmática de Rita, amiga de Aires, que adicionam camadas de reflexão sobre solidão, memória e o envelhecimento. A prosa é refinada, concisa e cheia de silêncios significativos, com o narrador mantendo distância emocional — típico do “Machado velho”, mais contemplativo e menos mordaz que nos romances da trilogia realista.

Considerado por muitos o testamento literário do autor (publicado um ano antes de sua morte), o Memorial de Aires é uma obra de maturidade serena: sem grandes conflitos, mas rica em observação humana, nostalgia e sabedoria resignada. Ideal para quem aprecia diários fictícios, narradores idosos, retratos sutis da sociedade imperial tardia e o Machado mais lírico e filosófico. Domínio público – ePub gratuito!

Perfeito para fãs de literatura introspectiva, prosa elegante, narrativas em forma de diário, o Machado final e leituras que misturam melancolia, ironia leve e reflexão sobre a vida. Uma obra sutil, profunda e tocante. 🕰️📖🖋️

Licença: Domínio Público – livre para uso pessoal e compartilhamento.

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