O Almada — Machado de Assis

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O Almada de Machado de Assis: poema herói-cômico inacabado sobre disputa colonial no Rio de 1659, com sátira ao poder eclesiástico e vaidade. Poesia satírica rara em ePub domínio público, português BR. Preparação digital por artesEtalentos.
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Descrição

O Almada
Autor: Machado de Assis
Período de escrita: Década de 1870 (poema herói-cômico inacabado, publicado postumamente em Outras Relíquias, 1910)
Edição/Tradução: Português brasileiro (baseado em domínio público)
Preparação digital: artesEtalentos (05/05/2023)

Detalhes do eBook:

  • Idioma: Português (BR)
  • Formato: ePub
  • Tamanho do arquivo: 238 KB (download rápido)
  • Acessibilidade: Leitura de texto habilitada
    • Compatível com leitor de tela
    • Configuração de fonte ajustável
  • Dicas de vocabulário: Não habilitado
  • Licença: Domínio Público – livre para uso pessoal e compartilhamento

O Almada, poema herói-cômico em oito cantos (fragmentos), é uma das obras menos conhecidas, mas fascinantes, da juventude madura de Machado de Assis. Escrito por volta da década de 1870 e publicado postumamente em Outras Relíquias (1910), o poema narra um episódio histórico real do Rio de Janeiro colonial em 1659: a disputa entre o prelado administrador Dr. Manuel de Sousa Almada (presbítero do hábito de São Pedro) e o tabelião Sebastião Ferreira Freire, envolvendo intrigas jurídicas, eclesiásticas e políticas, com interferência dos jesuítas e da Companhia de Jesus.

Machado transforma esse caso real — extraído dos Anais do Rio de Janeiro de Baltasar da Silva Lisboa — em um mock-epic satírico, no estilo de Boileau e da tradição herói-cômica (como O Rapto da Madeixa de Pope). Com versos decassílabos, oitavas e linguagem elevada misturada ao ridículo cotidiano, o autor rebaixa figuras históricas com ironia fina: o prelado Almada aparece ansioso, adulador e ambicioso, correndo atrás de favores jesuítas, sonhando com vitórias e temendo humilhações. A cólera do Almada, as promessas astutas, os equívocos e as deliberações das “roliças colunas” (os jesuítas) criam um contraste cômico entre o tom épico e o prosaico colonial, criticando sutilmente o poder eclesiástico, a vaidade e as maquinações da época.

Inacabado, mas com atenção dedicada pelo autor em certo momento da vida, o poema revela um Machado experimental: mescla registros altos e baixos, ironia mordaz e observação psicológica que prenunciam o realista de Memórias Póstumas. Curto, poético e satírico, é ideal para quem estuda a poesia machadiana, o gênero herói-cômico ou a literatura colonial brasileira com olhar crítico. Uma joia rara da produção poética de Machado, cheia de humor refinado e comentário social. Domínio público – ePub gratuito!

Perfeito para fãs de poesia satírica, mock-epic, ironia machadiana, história colonial do Rio e obras menos convencionais do autor. Uma leitura inteligente, divertida e histórica. 📜😏🖋️

Licença: Domínio Público – livre para uso pessoal e compartilhamento.

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