Quincas Borba – Machado de Assis
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Quincas Borba
Autor: Machado de Assis
Período de escrita: 1886–1891 (folhetim na Revista A Estação) / 1891 (edição em livro)
Edição/Tradução: Português brasileiro (baseado em domínio público)
Preparação digital: artesEtalentos (25/04/2023)
Detalhes do eBook:
- Idioma: Português (BR)
- Formato: ePub
- Tamanho do arquivo: 608 KB (download rápido)
- Acessibilidade: Leitura de texto habilitada
- Compatível com leitor de tela
- Configuração de fonte ajustável
- Dicas de vocabulário: Não habilitado
- Licença: Domínio Público – livre para uso pessoal e compartilhamento
Quincas Borba, publicado em 1891, é o segundo romance da trilogia realista de Machado de Assis (junto a Memórias Póstumas de Brás Cubas e Dom Casmurro), uma obra-prima de ironia, crítica social e análise psicológica. A trama acompanha Pedro Rubião de Alvarenga, humilde professor primário de Barbacena (MG), que se torna enfermeiro e discípulo do excêntrico filósofo Quincas Borba. Ao morrer, o filósofo deixa toda sua fortuna a Rubião, com a condição de cuidar do cão homônimo (Quincas Borba), e incute nele sua filosofia do Humanitismo — paródia ao positivismo, darwinismo social e cientificismo da época, resumida na máxima “Ao vencedor, as batatas”: a sobrevivência do mais apto justifica qualquer meio, inclusive a exploração do outro.
Rubião, ingênuo e idealista, muda-se para o Rio de Janeiro imperial, onde vive a ascensão social rápida: palacete em Botafogo, luxos, bailes. Lá conhece o casal Palha — Cristiano (capitalista oportunista) e Sofia (bela e ambiciosa, musa de Rubião) —, que o exploram financeiramente e emocionalmente. O triângulo amoroso (Rubião apaixonado por Sofia, que flerta sem se entregar) e as especulações financeiras (Encilhamento) levam Rubião à ruína gradual. A narrativa, em terceira pessoa onisciente com toques irônicos e digressões, acompanha seu enlouquecimento progressivo: da ilusão de poder à paranoia, culminando na loucura completa, onde ele se identifica com Napoleão e o Humanitismo se revela absurdo. O cão Quincas Borba simboliza a herança maldita e a fidelidade cega.
Com 201 capítulos curtos, linguagem precisa, ironia mordaz e crítica à burguesia republicana emergente, à vaidade humana, ao egoísmo disfarçado de filosofia e às relações interesseiras, a obra é um retrato impiedoso da sociedade brasileira do fim do século XIX. Essencial para entender o realismo machadiano: sem moralismo, mas com profunda observação da hipocrisia e da fragilidade humana. Domínio público – ePub gratuito!
Perfeito para fãs de realismo brasileiro, trilogia machadiana, crítica social irônica, filosofia parodiada e narrativas psicológicas. Uma leitura inteligente, divertida e perturbadora, cheia de frases memoráveis. 📚😏🐶
Licença: Domínio Público – livre para uso pessoal e compartilhamento.
| Autor | Machado de Assis |
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